Você sabe quem disse “Madame Bovary sou eu”?

A frase célebre foi dita pelo próprio autor do livro Madame Bovary, Gustave Flaubert. A obra, lançada em 1857, causou grande sensação em Paris, por tematizar o adultério cometido pela jovem burguesa, Emma Bovary. Em função do chocante enredo, o autor foi processado, acusado de ofensa à moral e à religião. No tribunal, Flaubert foi indagado acerca de quem teria lhe inspirado a composição da personagem-título. O escritor, de modo lacônico, respondeu: Emma Bovary c’est moi, defendendo-se das acusações. Apesar de condenado pelos críticos puritanos da época, o autor francês foi absolvido pelo tribunal. Curioso ou curiosa? Leia Madame Bovary, um clássico da literatura universal!

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Você sabe qual é o auto de natal brasileiro mais famoso?

Trata-se do texto dramático Morte e vida severina: auto de natal pernambucano, escrito pelo poeta João Cabral de Melo Neto. O relato da árdua trajetória do retirante Severino, que buscando uma vida menos sofrida parte do sertão para o Recife, constitui a espinha dorsal da trama. O espetáculo ganhou notoriedade a partir da montagem realizada pelo Grupo de Teatro da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, o TUCA, em 1965. Com direção geral de Roberto Freire, direção de atores de Silnei Siqueira e músicas do então ainda desconhecido e jovem Chico Buarque, a montagem causou grande impacto dentro e fora do Brasil. O grupo, que obteve sucesso em Portugal, apresentou-se também no III Festival Mundial de Teatro Universitário de Nancy, em Paris, levando o Prêmio de Melhor Espetáculo da edição de 1966.

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